Os nossos médicos recebem o mesmo, façam o que fizerem. Ninguém tem incentivo em convencê-la de nada. Quando o que procura não lhe assenta, ouve isso mesmo, e vai para casa sem tratamento.
Nunca tratamos ninguém na primeira consulta.
Licenciada em Medicina, com formação pós-graduada na área da estética facial. Dedica-se sobretudo a tratamentos minimamente invasivos do rosto.
Faz sozinha todas as consultas de avaliação, porque a conversa que decide o que vai ser feito ao seu rosto não se delega a ninguém.
Recusa uma parte das pessoas que a procuram. Umas vezes porque não é o momento. Outras porque o que procuram não se resolve com medicina estética.
Em muitas clínicas, quem lhe recomenda o tratamento ganha uma percentagem sobre ele. É um conflito de interesses silencioso. É a razão pela qual tanta gente sai com mais do que aquilo que foi buscar.
Aqui, o salário da médica é o mesmo se lhe fizer três tratamentos ou se lhe disser para não fazer nenhum.
Não há metas de faturação por consulta. Não há prémios por tratamento vendido. E se a nossa recomendação for esperar, é isso que lhe vamos dizer, mesmo que hoje vá para casa sem marcar nada.
É por aqui que se percebe uma clínica. Não pelo que promete, mas pelo que recusa.
Há pedidos que recusamos, por não serem indicados, por não serem seguros, ou porque a pessoa à nossa frente não precisa de tratamento nenhum. Dizemos isso, e não cobramos por isso.
A avaliação existe para pensar, não para agir. Quem sai daqui com o rosto tratado no mesmo dia em que entrou não teve tempo para decidir. Por isso não o fazemos.
O nosso trabalho é para si continuar a parecer-se consigo, com o rosto mais descansado. Se o que procura é ficar irreconhecível, não somos a clínica certa, e vamos dizer-lho.
Cada tratamento tem indicações, limites e riscos. Estão aqui, e voltam a ser explicados na consulta, por escrito.
Atenua rugas de expressão, adaptada à sua anatomia e à sua forma de sorrir. O efeito é temporário e reverte com o tempo.
Depende sempre de avaliação clínica prévia. Não é indicada na gravidez, na amamentação nem em algumas doenças neuromusculares.
Pode causar assimetria ou queda temporária de uma pálpebra. Como qualquer ato médico, tem riscos que discutimos consigo antes de decidir.
Ácido hialurónico para restituir volume perdido. Trabalhamos de forma progressiva, em mais do que uma sessão, precisamente para evitar o excesso.
Depende de avaliação clínica prévia. Não é aplicado em zonas com infeção ativa. Só é feito por médico.
Tem riscos vasculares raros mas sérios. É por isso que a técnica, a zona e a quantidade são decididas por um médico, e não por um catálogo.
Para textura, luminosidade e qualidade da pele. Exigem constância e um cuidado em casa que explicamos ao detalhe.
Requerem proteção solar rigorosa e um plano ajustado ao seu tipo de pele. Não são um gesto único, são um percurso.
Em peles mais escuras há risco de manchas se o protocolo for mal escolhido. É a razão pela qual não começamos sem observar a sua pele.
Observação, historial clínico e uma conversa franca sobre o que a incomoda e sobre o que é realista. Sai daqui com um plano escrito.
É a única coisa que marcamos sem saber ainda o que vamos fazer, e é de propósito. Nenhum tratamento é decidido nesse dia.
O plano pode ser não fazer nada. É um desfecho possível, e um dos que mais nos orgulha.
Avaliar, ter tempo para pensar, decidir. Nunca por esta ordem invertida.
Ouvimos o que a incomoda, observamos e recolhemos o historial clínico. Nada é tratado nesse dia.
Entregamos o plano em papel, com opções, limites e riscos, para levar e pensar em casa. O tempo é seu.
Se avançar, acompanhamos cada fase. Se não avançar, não voltamos a telefonar-lhe a insistir.
Porque a lei portuguesa exige que, ao divulgar o preço de um ato de saúde, se discrimine tudo o que ele inclui. Cada rosto é diferente e cada plano também. Um preço solto numa página seria enganador. Por isso, o orçamento é entregue por escrito na avaliação, com tudo discriminado.
Porque a comunicação em saúde é regulada e não pode criar expectativas de resultado. O rosto de outra pessoa não é o seu, e mostrá-lo levá-la-ia a esperar aquilo que talvez não seja possível consigo. Preferimos explicar-lhe em consulta o que é realista para a sua situação.
Porque um testemunho que a leve a contratar um ato de saúde é publicidade proibida por lei, e com razão. A decisão de tratar o seu rosto tem de nascer de uma avaliação sua, não da história de um estranho. Os nossos pacientes falam de nós lá fora, e isso chega-nos.
Porque descontos e ofertas sobre atos de saúde são proibidos, e ainda bem. Ninguém deve decidir tratar a cara por causa de uma promoção que acaba amanhã. Um preço mais baixo nunca é motivo para um ato médico.
Porque essa especialidade não existe. A medicina estética não é uma especialidade reconhecida pela Ordem dos Médicos. Quem se apresenta como "especialista em medicina estética" está a induzir em erro. Nós somos médicos, com formação pós-graduada nesta área. É diferente, e é mais honesto dizê-lo assim.
Pode, e é o que recomendamos. A consulta de avaliação serve exatamente para isso. Não a obriga a marcar tratamento nenhum a seguir, e o desfecho pode muito bem ser não fazer nada.
Marcamos apenas a consulta de avaliação. Nenhum tratamento é agendado à cabeça. Preencha os seus dados e entramos em contacto no próximo dia útil para combinar dia e hora.
Se preferir falar, ligue-nos: +351 21 000 0000
Nenhum tratamento é realizado sem avaliação clínica prévia.
Em conformidade com o RGPD (Regulamento (UE) 2016/679).
O responsável pelo tratamento dos dados é a Creative Hub Estética (exemplo), com o NIF [000 000 000], registada na Entidade Reguladora da Saúde sob o nº [00000]. Diretora clínica: [Dra. Nome Apelido, médica, Ordem dos Médicos nº 00000]. Para qualquer questão sobre os seus dados, pode contactar-nos através de [geral@chestetica.exemplo].
Tratamos os dados que nos indica no formulário de marcação: o seu nome, o contacto (telefónico e endereço de e-mail) e o motivo geral do contacto. Servem apenas para agendar e confirmar a sua consulta de avaliação.
Qualquer informação de saúde que nos confie é uma categoria especial de dados, nos termos do artigo 9.º do RGPD. É tratada com sigilo clínico, apenas pela equipa clínica, e usada só para a sua marcação e o seu acompanhamento. Nunca é usada para publicidade.
Tratamos os seus dados com base no seu consentimento explícito e, quando aplicável, na prestação de cuidados de saúde.
Conservamos os seus dados pelo prazo legal aplicável aos registos clínicos. Findo esse prazo, são apagados ou anonimizados.
A qualquer momento, pode aceder aos seus dados, corrigi-los, pedir que sejam apagados (dentro dos limites legais aplicáveis aos registos clínicos), pedir a sua portabilidade, opor-se ao tratamento e retirar o consentimento que nos deu. Pode ainda apresentar reclamação junto da CNPD, a Comissão Nacional de Proteção de Dados.
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